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Justiça mantém condenação de padrasto por morte de criança com doses de insulina
Justiça mantém condenação de padrasto por morte de criança com doses de insulina
Por Redação
04/02/2026 às 11:05

Foto: Reprodução/Redes Sociais
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a condenação de Guilherme Longo a 40 anos de prisão pela morte do enteado Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, ocorrida em Ribeirão Preto, no interior paulista. A decisão foi tomada de forma unânime pelo colegiado, que rejeitou recurso apresentado pela defesa e confirmou a sentença definida pelo Tribunal do Júri.
Segundo o TJ-SP, não houve irregularidades no julgamento capazes de anular a condenação. Os desembargadores entenderam que a decisão dos jurados foi amparada pelo conjunto de provas reunidas ao longo do processo, afastando a tese de nulidades técnicas apontadas pela defesa. O caso foi divulgado inicialmente pelo portal g1.
O crime aconteceu em 2013, mas o réu só foi levado a julgamento dez anos depois, em outubro de 2023. Na ocasião, o júri considerou Guilherme Longo culpado pela morte da criança, que ocorreu após a aplicação de 166 doses de insulina.
No recurso analisado agora pelo TJ-SP, a defesa alegou falta de provas suficientes para sustentar a condenação e pediu a absolvição do réu. De forma alternativa, solicitou a redução da pena imposta. Os pedidos, no entanto, foram integralmente negados pela Corte.
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